Chegando os operários, orquestrava-se o dia e o prédio em construção dava o tom de parte da manhã e de toda a tarde, que nunca era pacífico, mas sempre estridente, com a força das coisas que se vão fazendo e se vão chorando, aos pouquinhos, para depois calarem-se, fazendo então chorarem outras coisas. Neste caso, chorariam os céus a cada arranhão em suas nuvens, quando pronta a estalagmite.
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